Mulher Maravilha | Resenha do filme mais empoderado da DC de 2017

13:36:00


Mulher Maravilha

SINOPSE: Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince - Mulher Maravilha (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana (nossa incrivel Mulher Maravilha) percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.


MULHER MARAVILHA

Data de lançamento 1 de junho de 2017 (2h 21min)

Mulher Maravilha

Faz quase uma semana que assisti Mulher Maravilha nos cinemas e posso dizer que ainda me sinto abalado pelo filme e pela qualidade da produção. Se você não assistiu ainda o filme, provavelmente não vai conseguir entender o que estou dizendo, mas acredite, vale a pena ir no cinema e aproveitar pra assistir o filme. Sai da sala de cinema com um sentimento maravilhoso de emponderamento feminino e tendo a certeza que Mulher Maravilha se tornou minha personagem principal nos filmes da DC. Antes de começar a falar mais sobre a produção, preciso deixar claro que Gal Gadot gravou boa parte do filme enquanto estava gravida.

O filme começa com Diana na atualidade recebendo um quadro do nosso querido Bruce, onde ele recuperou a imagem dela, uma fotografia dela na primeira guerra mundial. A historia é inteira narrada por Diana de uma forma que em nenhum momento vai fazer com que você se incomode com isso. Muitas vezes nem vai perceber. Diana começa a lembrar de quando era criança, do tempo que morava em Temicira com todas as Amazonas e com sua mãe, a rainha Hipolita.

Mulher Maravilha

Sempre fugia das amazonas e de sua mãe querendo que a General Antíope a treinasse como treina as Amazonas, mas ela era muito nova para aprender a lutar. O tempo vai passando e Diana começa a treinar com Antíope sem que sua mãe descobrisse e assim foi por muito tempo até que Hipolita, mãe de Diana descobrisse que estavam agindo pelas costas dela e quis impedir que fossem adiante com o treinamento, mas não demorou muito e Hipolita começou a perceber que a filha sentia uma necessidade muito grande de aprender a lutar e um desejo de proteger o mundo de Ares, o deus da guerra. Sendo assim, Diana começa a ser treinada com mais afinco, com mais força, 100 vezes mais do que qualquer outra Amazona. A nossa querida Mulher Maravilha começa a perceber que é diferente das outras Amazonas e isso não de dá apenas pelo fato de ser filha da Rainha Hipolita.

Enquanto Diana está em uma montanha ainda assustada com o resultado de um treinamento com a General Antíope, ela consegue ver algo muito estranho acontecendo, algo vindo do céu e caindo no mar e no mesmo momento pula na água para salvar Steve Trevor levando ele para a ilha. Logo depois disso, os alemães atravessaram a barreira mágica da ilha e conseguiram entrar, criando uma guerra entre soldados e Amazonas na praia de Temiscira. As Amazonas conseguem ganhar essa guerra, mas com perdas significativas para elas.

Mulher Maravilha

Depois disso, Diana resolve ir com Steve Trevor para a guerra confiante que vai encontrar Ares comandando a guerra, mas Hipolita não quer que ela vá e quer fazer com que a filha desista dessa ideia louca. Mesmo assim, Diana vai até o templo das armas que foram criadas pelos deuses para pegar o escudo e a espada que chamam de "matadora de deuses" e foge com Steve Trevor para a cinzenta e desconhecida Londres. Um lugar totalmente novo para Diana que ainda não é Mulher Maravilha, já que ela não conhece mais nada além de sua casa que fica na "ilha paraíso".

Diana começa então a perceber que o mundo fora da ilha não é como ela pensa e que as pessoas e os homens são muito diferentes, mostrando a ela que não existe apenas o bem e o mal e que não é necessário forçar que alguém faça o mal, apenas sussurrar pequenas dicas de como faze-lo. Ao mesmo tempo, Diana aprende o que é o amor por alguém e como viver em um mundo fora da ilha, aprendendo a se virar em vários momentos.

Mulher Maravilha

É preciso sentir o filme e assistir com olhos como se tudo o que você soubesse sobre a Mulher Maravilha fosse esquecido para que possa acontecer a reviravolta de informações que são jogadas na nossa cara. Em vários momentos eu senti uma grande vontade de sair gritando pelo cinema de tanta euforia e felicidade por terem conseguido fazer um filme que conseguiu superar minhas expectativas e que conseguiu pisar muito em outros filmes que foram produzidos pela DC mostrando que Mulher Maravilha se tornou um dos queridinhos em questão de produção e qualidade. O dialogo foi algo que me surpreendeu, pois em nenhum momento me senti cansado de assistir o filme.

Na verdade, terminei a sessão querendo que a produção durasse pelo menos mais duas horas que eu iria assistir sem qualquer problema. Uma coisa que poucas pessoas devem ter percebido foram as afeições que nossa Gal fazia enquanto estava interpretando a Mulher Maravilha enquanto lutava. Diferente de Batman x Superman onde ela mostrava afeições de raiva e mais experiencia nas lutas, nesse filme ela conseguiu passar afeições mais jovens e de uma pessoa não tão experiente assim, fazendo um link com o presente. Ou seja, no filme de Mulher Maravilha ela estava no inicio de tudo, sem experiencia em luta, sem saber o que era ser uma heroína; já em Batman x Superman ela estava esbanjando poder e força de uma forma bem mais experiente, esfregando na nossa cara que a atriz é boa suficiente para fazer com que o papel se encaixe em dois momentos diferentes da vida de Diana.

Mulher Maravilha

Em alguns momentos era visível a computação gráfica que foi usada em saltos e em outros momentos, mas isso não consegue ser algo que incomode. Na verdade, acho que deu um charme para o filme, porque não é algo que está escancarado, mas também não está tão escondido. Mas isso acontece em alguns momentos, como quando ela está andando em direção a um personagem e tem fogo atrás dela. É bem claro que estão usando computação gráfica ali, mas tenho certeza que ninguém se importou com isso em nenhum momento.

Outro ponto muito importante para Mulher Maravilha foi o emponderamento feminino. Não é apenas porque o filme é feito com uma mulher sendo a principal que ele passa a ser empoderado, não é mesmo? Em vários momentos, Diana toma frente de batalha mostrando que as mulheres podem ser tão poderosas quanto os homens em vários momentos, até mesmo na primeira guerra mundial. Além disso, mostra que pode ser vaidosa, gentil, educada e incrivelmente linda sem deixar de ser poderosa, forte, cheia de raiva e com muita disposição para tomar a frente de algo.

Se mesmo depois de ler toda essa resenha enorme você ficar em dúvida se deve ou não ir assistir Mulher Maravilha nos cinemas, você tem um sério problema. O filme vale cada centavo que você vai pagar na sessão e dificilmente sairá do cinema insatisfeito com algo. Mas se você ainda estiver com dúvidas, assista o trailer, não tem como não sentir vontade de assistir uma produção dessas.

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