6 motivos para assistir incrível a série "Humans"

By Um Container - 09:10:00


Sempre que eu acabo de assistir uma série e um filme eu acabo vindo aqui pra mostrar pra vocês o quão eufórico eu fico e com a série Humans não foi diferente. Uma série maravilhosa de drama e suspense que vai tirar seu folego e fazer seu coração bater mais forte. Eu estava apenas procurando uma série nova para assistir e me apaixonei por essa imagem a cima e então corri procurar saber mais sobre a série e gente, to de cara com a capacidade que os produtores dessa série tem de me fazer de trouxa. Pensei que eu ia gostar, mas acabei viciado e dividi a primeira temporada em três pra assistir em três dias e me arrependo de não ter demorado mais para assistir. O melhor de tudo é que eu não sei nem por onde começar, mas sei que eu fiquei assim apenas com uma outra série: Sense8. Claro que as duas não tem nenhuma ligação, mas o meu amor pelas duas séries está se igualando, apenas. ra vocês terem uma noção de quão boa é, no Reino Unido, a série estreou em 14 de junho e 2015 como o drama de maior audiência do Channel 4 em 20 anos. O episódio de estreia teve um total de 6,1 milhões de telespectadores, incluindo quem o gravou e o assistiu nos sete dias subsequentes. Humans é produzida pela Kudos, empresa por trás de sucessos britânicos que chamaram a atenção de todo o mundo, como Broadchurch e Life on Mars.

Na primeira temporada você vai encontrar:

Um enredo de tirar o folego. Vai acompanhar várias histórias, como a complicada, mas adorável, família Hawkins. Um casamento que se desmorona  por falta de dialogo e compartilhamento de verdades e filhos que cada dia mais se distanciam dos pais, o pai da familia procurar ajuda em uma Synth para colocar as coisas em ordem em casa e recuperar o tempo necessário para juntar os pedaços do casal e da família. Mas existe algo estranho com a Synth Anita (Gemma Chan) que muitas vezes mostra um comportamento diferente de outros sintéticos.  Ao perceber isso a familia começa ir atrás de respostas para suas duvidas e acabam achando muita coisa. George Millican (Willian Hurt): um homem que criou um vínculo forte com seu antigo Synth, a quem trata como se fosse um filho, mas que as autoridades querem atualizar de maneira obrigatória. No entanto, George fará todo o possível para manter seu companheiro já que seu sintético tem guardado em sua memória momentos que George passou com sua falecida esposa antes dele sofrer um AVC e acabar tendo problemas com memória, que o faz esquecer constantemente dos momentos que passou com sua amada e falecida esposa. Por outro lado, Leo (Colin Morgan) e seu Max (Ivanno Jeremiah), embarcam numa enigmática busca por seus irmãos que foram raptados enquanto são seguidos de perto por um misterioso homem chamado Hobb (Danny Webb).

*São apenas 8 episódios


Sim, você pode se esbaldar e e fazer uma maratona, só em um dia, da primeira temporada de Humans, com apenas oito episódios de até 50 minutos cada. Os capítulos possuem um ritmo que alterna entre tensão e tranquilidade de uma forma fácil, assim o tempo passa e mal se percebe. Infelizmente, por ser uma série tão boa, você vai maratonar e acabar de assisti-la mais rápido do que imagina e depois ficará tão frustrado quanto eu por ainda não terem lançado a segunda temporada para se esbaldar mais ainda dessa maravilhosa historia. O drama foi renovado para uma segunda temporada e as gravações começaram em 2015 sendo prevista  a volta da série em junho/julho.

* Os roteiristas tem muito pra contar

Humans é baseada em Real Humans, produção britânica, então se eu estiver consumido de curiosidade, posso buscar spoiler na versão original. Não vou fazer isso para me deixar surpreender de acordo e levar pequenos sustos, como quando Anita surtou com Matilda e pediu por socorro, desesperada como se algo muito ruim estivesse acontecendo, mas ela é um robô... Oi? O que? Deixa para lá. Com essa enormidade de personagens, cada um com suas nuances, a liberdade dos roteiristas é enorme e vai ter coisa incrível vindo aí. Queridos produtores, podem me fazer de trouxa que eu deixo.

* Anita e outros synth

Synth, é assim que os robôs são chamados. Antes das gravações, Gemma Chan, que interpreta a principal sintética Anita, foi enviada com outros atores para uma “escola de robótica” pelo coreógrafo da série. Eles precisavam se livrar de todos os gestos humanos físicos para se tornarem mais convincentes – e funcionou. Gemma criou uma figura que oscila entre o carisma e o desconforto, sempre angariando todos os olhares em qualquer cena em que apareça, trabalhando nuances detalhados que alteram em segundos suas intenções. O elenco segue impecável, humanos e máquinas. Anita consegue mostrar exatamente o que um robô faz e o que um humano pode sentir, cada um no seu devido tempo ao decorrer da série. 

* Atualidade em um mundo paralelo

As coisas não mudaram muito no mundo: ainda há pessoas que ordenam, pessoas que obedecem e todos ainda mandam no próprio nariz no limite do possível. A hierarquia social é a mesma. Ainda assim, há novos membros da população - e eles são importantes. Synths são robôs comprados por pessoas para auxiliar no dia a dia. Como funciona escravidão quando estamos falando de máquinas?

* Robôs mais humanos


Em certo ponto da série você vai descobrir que existem robôs mais humanizados do que outros, e isso faz deles um perigo para a sociedade ou um marco para a historia da tecnologia (depende do ponto de vista). Eu fiquei apaixonado porque os roteiristas conseguiram criar uma tensão nos diálogos entre robôs e humanos e você nunca sabe o que pode acontecer de verdade e quem está dizendo a verdade. HUMANS explora o impacto emocional que chega à sociedade quando os limites entre os humanos e as máquinas começam a desaparecer. Os sintéticos vem até com uma chave de comando  sexual para maiores de 18 anos. Os androids de Humans dão um banho de interpretação. Com seu comportamento exótico, obediência beirando o incondicional e uma frieza angustiante, você até se esquece que, no fim das contas, são atores humanos. Cada cena é um jogo de contrastes com seus “donos”, levantando a principal discussão da série: a humanidade. Afinal de contas, os synth (“sintéticos” na versão brasileira) estão limitados à sua programação e não possuem consciência. Mas o que fazer quando essa única diferença, que supostamente os torna inferiores às pessoas, é ameaçada?

* Outros principais

No total são seis humanos e seis robôs sendo os principais da série conseguindo fazer você amar mais alguns do que outros. Mas meio que isso é normal e esperado em uma série. Cada um dos personagens consegue te surpreender de uma forma que não é possível não ama-los. Você vai acabar se identificando com um deles, eu, como sempre, me identifiquei com as duas personagens mais revoltadas, Niska e Matilda.

* A paranoia também nos atinge

Laura começa a achar que tem algo de muito estranho com Anita. Além dela estar tomando o seu lugar por direito (pelo menos é isso que Laura acha) ela está agindo de forma diferente do que os outros sintéticos agem. Em vários momentos ela percebe que Anita está observando ela e que está fazendo de tudo para irrita-la. Existem momentos de tensão entre o dialogo das duas que você não consegue saber se Laura está paranoica ou se há algo acontecendo de verdade no nível que Laura diz.


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2 comentários

  1. Que medo desses robôs ahahaha
    Amei seu blog, beijocas.

    http://espiamenina.blogspot.com.br/2016/04/novidade-tem-esmalte-em-spray-o.html

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    Respostas
    1. Não tenha, a série é incrível. Eles não querem dominar o mundo, querem apenas viver. Obrigado pela sua visita, volte mais vezes.

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